Publicado en línea el Viernes 12 de agosto de 2016, por Yg

Parlamentares Petistas recorreram à Organização dos Estados Americanos contra o golpe midiático-parlamentar em curso no Brasil contra a Presidente Dilma Rousseff, democraticamente eleita pela maioria do eleitorado. Entretanto, o Marco Aurélio de Melo, Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, afirmou que o mencionado golpe é uma questão de soberania brasileira. Em outras palavras, para o referido Ministro, o Brasil é soberano para derrubar uma Presidente legitimamente eleita pela maioria do eleitorado Brasileiro.

A defesa do golpe pelo Magistrado Brasileiro é acessável no link abaixo disponibilizado:

http://www.sbt.com.br/jornalismo/sbtbrasil/noticias/79596/Senado-decide-que-Dilma-deve-ser-julgada-por-crime-de-responsabilidade.html

Para eventuais alegações de que todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos, e que os Parlamentares também foram eleitos pela população, sendo, portanto, democrática a derrubada da Presidente Dilma Rousseff, basta saber que, de acordo com Malatesta, "o regime do sufrágio, tão mentiroso quanto todo o sistema parlamentar, não é em nada o governo da maioria, nem mesmo da maioria dos eleitores. Ele é simplesmente um artifício que permite ao governo de uma classe ou de um grupelho tomar as aparências de um governo popular.

Com efeito, cada eleitor só nomeia um deputado, ou um pequeno número de deputados sobre várias centenas que compõem habitualmente uma Assembléia. É verdade que, mesmo quando os eleitores vêem seu próprio candidato ser eleito, sua vontade, que durante as eleições já não contava praticamente nada, seria representada por um único deputado, que tem, ele próprio, um papel mínimo na Câmara. A Câmara, tomada em seu conjunto, não representa de modo algum a maioria dos eleitores. Cada um dos deputados é eleito de um certo número de eleitores mas o corpo eleitoral, enquanto totalidade, não é representado".

Vê-se, portanto, que o golpe midiático-parlamentar contra a Presidente Dilma Rousseff, que, ao contrário dos Parlamentares Golpistas, foi legitimamente eleita pela maioria do eleitorado brasileiro, não representa a maioria dos eleitores brasileiros, não tendo o Brasil soberania para contrariar a maioria do seu eleitorado em benefício de um Presidente sem legitimidade, que tenta agradar a todo custo o mercado financeiro enquanto caga potes para a população.


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